CARCERÁRIA

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Coordenadores:

  • Jairo Oliveira Leite
  • Raimunda Gonçalves da Guia.

    Assessores:

  • Pe. Edmilson Ferreira Lima
  • Pe. Ezio Borsani

    Referências:

  • Cristina
    • Grajaú
  • Clovis
    • Barra do Corda
  • Diácono Maury
    • Tuntum
  • Dr. Jairo Oliveira Leite
    • Advogado
    • Tuntum
  • Casa Paroquial
    • Dom Pedro – Ma
  • Temos também a assessoria de advogados e assistentes sociais.

 

DIOCESE DE GRAJAÚ

Avaliação 2016

* No mês de outubro de 2015 foi criada a Coordenação Diocesana da Pastoral Carcerária.

* Já existia em algumas Paróquias uma atividade neste sentido. O Jubileu da Misericórdia foi um grande estimulo e inspiração para valorizar esta pastoral que revela o rosto misericordioso de Deus na realidade dos presídios e entre os presos, e realiza uma das “obras de misericórdia corporais” reconhecendo Jesus identificado com a pessoa do detento (“Eu estava na prisão, e vocês foram me visitar” Mt 25,36).

* A Pastoral Carcerária é a presença da Igreja nos cárceres, entre os mais pobres dos pobres, com equipes que agem

– no sentido da caridade e assistência (saúde, alimentação, acompanhamento das famílias dos detentos, atitude de amizade e acolhida sem julgar….)

– no sentido dos direitos humanos, que devem ser garantidos a todos, também aos detentos (colaboração com a promotoria, exigir o cumprimento dos deveres do estado para com os detentos…)

– no sentido da evangelização, anunciando o Evangelho da vida nova e da libertação (com celebrações, missas, orações, catequese…)

* Na nossa Diocese não temos a presença de presídios e institutos penitenciários, mas em cada delegacia temos detentos (em alguns lugares muito numerosos, em outros menos) que precisam da nossa presença e acompanhamento.

* Nestas datas (11-12 de março de 2016 / 17-18 de junho de 2016 / 21-22 de outubro de 2016) tivemos momentos diocesanos de encontro e formação.

A formação se deu através de subsídios (livros e cartilhas), vídeos, reflexões bíblicas, partilha das experiências de cada equipe.

A formação se deu nestes aspectos:

– o que é a Pastoral Carcerária

– o conhecimento da situação carcerária e do problema carcerário do Brasil

– o conhecimento da nossa realidade carcerária

– a ação da pastoral carcerária

– como formar uma equipe – a ação da equipe

– a espiritualidade da Pastoral Carcerária

A formação continua depois nas realidades locais, nas Paróquias.

* Existem equipes de Pastoral Carcerária em Dom Pedro, Tuntum, Grajaú. Durante o ano 2016 se formou também uma equipe em Barra do Corda. Estamos animando para a formação também de uma equipe em Presidente Dutra.

Referencias:

Grajaú: Cristina

Barra do Corda: Clovis

Tuntum: diac. Maury  e Dr Jairo Oliveira Leite (advogado)

Dom Pedro: Casa Paroquial (99) 36621307

* Temos também a assessoria de advogados e assistentes sociais.

* Dificuldades:

Algumas Paróquias ainda ficam fechadas ou com pouca sensibilidade em relação a esta pastoral. Esta falta de apoio se manifesta na dificuldade de enviar participantes nos encontros diocesanos de formação, e também com a pouca informação e divulgação dentro das paroquias.

Em alguns lugares ainda é difícil o acesso aos presos a causa da falta de disponibilidade da Polícia.

Existe uma difícil colaboração com outras igrejas cristãs (evangélicos, adventistas…) que também visitam os detentos.

* A nova Coordenação diocesana da Pastoral Carcerária:

Coordenadores: Jairo Oliveira Leite e Raimunda Gonçalves da Guia.

Assessores: pe Edmilson Ferreira Lima e pe Ezio Borsani

Programação 2017

* Continuar com os encontros de formação. Precisamos adquirir material.

* Criar novas equipes e envolver todas as paróquias onde tem detentos nas delegacias, através de visitas nas paróquias e animação e informação nas missas ou nos conselhos paroquiais.

* Maior conhecimento das nossas experiências, com uma equipe que visita a equipe de outra cidade durante as suas atividades com os presos.

* Cada equipe deve envolver a própria paróquia informando, pedindo colaboração material, colocando o tema dos presos nas orações, apresentando as atividades da equipe nos conselhos paroquiais.

* Criar e manter uma ligação e colaboração com as outras pastorais (pastoral familiar, PJ, pastoral da criança, pastoral social…) para acompanhar as famílias dos detentos e para um trabalho de prevenção.

* Procurar um diálogo e colaboração com as autoridades policiais, judiciarias, municipais, da promotoria. Neste sentido já está em fase de execução uma interessante experiência em Tuntum.

* Ter o apoio da PasCom diocesana para informar, divulgar, destacar a Pastoral Carcerária nos meios modernos de comunicação.